A OTIMIZAÇÃO DE ROBÔS DE PINTURA NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

  • Roberto Angelo Martello ENIAC
  • Claudemir Claudino Alves Eniac
  • Luciano Galdino Eniac

Resumo

Nos dias atuais, não só a instalação de robôs nos pátios fabris tem demandado vantagens para empresas que investe nessa tecnologia, o principal desafio é tirar o "máximo" de aproveitamento do Lead Time que essas máquinas possuem, pois quanto maior a eficiência em sua utilização, mais rápido e seguro será o retorno do investimento destinado a um projeto de automação de manufatura. Este Artigo visa exatamente mostrar como se podem utilizar ferramentas administrativas para controle de eficiência, OEE (Overall Equipment Effectiveness) ou Eficácia Geral de Equipamentos combiná-las aos conhecimentos técnicos e teóricos de seus sistemas de aplicação (Carga Direta e Indireta/ Corona), e ao conhecimento do comportamento físico da cobertura submetida a altas tensões de aplicação de tintas e combiná-las para que um robô de pintura possa ter um melhor aproveitamento. Instalar um robô em uma unidade fabril possui como vantagem aumentar a qualidade e a produção, reduzindo o custo do produto final, já a desvantagem é o preço a pagar por essas facilidades.

Biografia do Autor

##submission.authorWithAffiliation##
Technical Services Representative – Axalta Coating Systems. Graduando em Tecnologia da Mecatrônica na Faculdade ENIAC
##submission.authorWithAffiliation##
Professor de Engenharia Mecânica, Automação e Manutenção – Faculdade ENIAC. Mestre em Engenharia Mecânica pela UNITAU
##submission.authorWithAffiliation##
Professor de Física e Elementos de Máquina na Faculdade ENIAC. Mestre em Ciências Exatas e da Terra na área de Física Nuclear pela USP, especializado em Física pela USP e Licenciado em Matemática pela UNG

Referências

BARIANI, L. Utilização da Tecnologia da Informação por Grupos Integrados de Manufatura para o Controle de Indicadores de Produção Enxuta – Um Estudo de Caso. Dissertação de Mestrado – Universidade de Taubaté. 2006.

BONACORSO, Nelson Gauze; Noll, Valdir. Automação Eletropneumática. 11.ed. São Paulo: Érica. 2009.

COLESTOCK, Harry. Industrial Robotics: Kentucky: McGraw-Hill. 2010.

CRUZ, Eduardo Cesar Alves; Choueri Jr., Salomão. Automação Eletrônica Aplicada. 2.ed. São Paulo: Érica. 2013.

GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. 9. ed. São Paulo: Érica. 2013.

GROOVER, Mikell P. Automação Industrial e Sistemas de Manutenção. 3.ed. São Paulo: Pearson. 2011.

KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção: Função Estratégica. 2002, Qualitymark.

MORAES, Cicero Couto; Castrucci, Plínio de Lauro. Engenharia de Automação industrial. 2.ed. São Paulo: LTC. 2007.

NAKAJIMA, S. Introdução ao TPM – Total Productive Maintenance. São Paulo: IMC Internacional Sistemas Educativos Ltda., 1989.

OEE Industry Standard. Disponível em . Acesso em: 10 de setembro de 2014.

ROSÁRIO, João Mauricio. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: Pearson. 2005.

SANTOS A. C. & SANTOS, M. J. Utilização do Indicador de Eficácia Global de Equipamentos (OEE) na gestão de melhoria contínua no sistema de manufatura – Um Estudo de Caso: Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) – São Carlos. 2010.
Publicado
2015-12-16
Como Citar
MARTELLO, Roberto Angelo; ALVES, Claudemir Claudino; GALDINO, Luciano. A OTIMIZAÇÃO DE ROBÔS DE PINTURA NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA. Augusto Guzzo Revista Acadêmica, São Paulo, v. 1, n. 15, p. 173-188, dec. 2015. ISSN 2316-3852. Disponível em: <https://fics.edu.br/index.php/augusto_guzzo/article/view/282>. Acesso em: 27 sep. 2021. doi: https://doi.org/10.22287/ag.v1i15.282.

Palavras-chave

Pintura, robô, OEE.